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Para você, professor universitário, líderes de ONGs e Grupos Religiosos, oferecemos algumas sugestões de ações em relação ao Projeto Ciência, Religião e Desenvolvimento!
- Realizar seminários internos onde se discuta o documento ‘Síntese Brasileiro‘
- Assistir vídeos dos seminários que se encontram na página inicial do blog e promover debates sobre o tema.
- Contribuir com idéias e sugestões para o documento ‘Síntese Brasileiro‘. Os interessados podem se reunir em grupo ou individualmente e enviar essas idéias para o Projeto Ciência, Religião e Desenvolvimento via correio ou e-mail. Para mais informações, escreva para info@cienciaereligiao.org.br
fevereiro 7th, 2009 at 11:01
Parabéns pela página, incrivelmente fascinante!
março 5th, 2009 at 09:36
Meu caros amigos.
Quando penso em ciência, sinto um profundo desecantamento com ela. As bases de sua iniciativa para a produção de qualidade de vida, de sustentabilidade de Mã-Terra, Gaia. Em outros termos, o homem precisa primeiro entender a razão de sua esperança,como construtor de um mundo de igualdade, fraternidade e liberdade. Nesta pespectiva, poderemos ter uma ciência que tenha maior responsabilidade com a preseervação dos princípios básicos da vida.
A ciência como ciência rigorosa pode e deve ter seu papel de responsabilidade com suas experiências,ou seja, as experiências que estão sendo feitas, muitas delas, não adianta o processo de qualidade de vida e sim de crescimento financeiro,de exploração exarcebada, de irresponsabilidade com o meio ambiente,com o planeta com seu próximo.Vivemos num mundo de egóticos,como bem falou Martin Buber. A relaçãodo Eu-Tu , a relação com outro, no caso o Eu e os outros está perdida e não tem sido vista com dignidade e respeito. Pronto, a ciência em primeira instância deve ter respeito pelo Ser em sua existência. A pre-sença do ser no tempo deve ser vista como único objetivo de levar adiante uma ciência reigorosa que produz um sinergia do humano com a realidade da vida. A distância da ciência feita hoje da realidade, nos critérios que estou colocando, está de muletas, na contra-mão de sua função. Seus objetivos perdeu o encanto pela manipulação de seus principios financeiros.
No que diz respeito a religião, creio que só haverá paz no mundo quando todas sentarem na mesma mesa para discutir uma razão da própria religião. Sua bases de aprimoramento de vida ,de devoção e de finalidade foi diluida desde Constantino,ela se tornou um cerceamento de prisão, uma obrigatoriedade desnecessária. Nos diz Jean Paul Sartre,”somos condenados à liberdade”, e isso a religão retirou do Ser com sua sistematização de forma categórica nos seus princípios e em suas bases noéticas do pensamento e de sua finalidade veraz.
A secularizaçãoda fé cristã é uma realidade, o desrespeito no Islamismo é notório, a imutilidade,pela seu silêncio budista, anparada somente em idéias e pemsamentos não resolve e nem contribui para o crescimento do Ser Hunamo. O que vemos é um sicretismo crescente,doentio, de mercantilistas da fé, que virou um show para os ouvintes. Será preciso rever os valores da religião no planeta,ela está destruindo pela divisão a harmonia que O Criador propos com a criação.
Neste momento é p que penso.
Um grande abraço. Amigos para sempre.
Prof. Kléber Ornelas Rodrigues
Teólogo e Filósofo
março 17th, 2009 at 10:22
Prezado Kléber,
A proposta que procuramos enfatizar é exatamente o uso da ciência a serviço do bem-estar da humanidade, e uma melhor qualidade de vida da comunidade em geral, contribuindo para um justo desenvolvimento. Mas como fazer isso, se a ciência por vezes é desenvolvida em detrimento das comunidades que a circundam, em prol de interesses corporativos?
Não podemos descartar a grande importância que ela tem na história e para o avanço da humanidade para nosso progresso e melhoramento de vida. Por meio da ciência, a explicação da realidade é possível, pois procura buscar solução para diversos problemas, trazendo o desenvolvimento. O propósito do desenvolvimento terá de ser a promoção de um processo de transformação social que engendre a cooperação, a compaixão, a retidão de conduta, e a justiça – transformações que permearão todos os aspectos do relacionamento que dirigem a atividade humana; e esse entendimento por desenvolvimento deveria ser definido por cada nação e cada cultura, a partir do que lhe é apropriado.
Talvez, hoje vivamos a ditadura da ciência: o que tem valor, o que não é subdesenvolvido, o que faz sentido é a verdade da ciência. É exatamente o que você disse: o interesse somente no crescimento financeiro de poucos, da exploração exacerbada do meio ambiente e até digo mais, do próprio indivíduo. O conhecimento, a ciência, deve ser usado como ferramenta para maior conhecimento do mundo e não como arma para acúmulo de poder.
Nessa visão, por que não aliar o conhecimento científico à religião? É bem verdade que a religião não pode ignorar a ciência, pelos mesmos motivos acima citados, e vice-versa. Mas atualmente, essas duas linhas têm sido consideradas conflitantes e muitos afirmam que as duas caminham necessariamente separadas uma da outra.
A religião, que traz ensinamentos e orientações morais, foi responsável pelo aprendizado, por parte de grandes segmentos da humanidade, sobre como disciplinar seus instintos e a desenvolver qualidades que conduzem à ordem social e ao progresso cultural. Assim, a evolução do bem-estar comum pode ser pensado como uma possibilidade real de alcance de todos.
O uso da ciência e religião de forma mais próxima visando o desenvolvimento de um país pode então ser possível aliando-se ao conhecimento científico aquilo que a religiosidade oferece para as orientações morais do homem, a fim de que ele olhe para um objetivo maior: o desenvolvimento de todos para todos. Não nos referimos à religião institucionalizada somente, mas consideramos também outras experiências religiosas e suas formas de relacionar-se com o mundo, para que diferentes conhecimentos e ideias de como alcançar o bem-estar comum possam ser despertadas na pluralidade de religiões.
Este deve ser um esforço promovido para uma profunda transformação social, que pode ser iniciada por meio da educação, como exemplo. Educar as gerações nesses padrões, capacitando os indivíduos a olharem e pesquisarem a realidade social de perto para que possam ter uma perspectiva mais abrangente de problemas e soluções que podem ser adotados como atitudes. Isso remete ao sentido da Cidade, da Política em Platão e Aristóteles, onde afirmavam que o primeiro quesito para o desenvolvimento do Estado estaria no estágio da educação, onde cada indivíduo serviria o Estado segundo suas aptidões, participando efetivamente das decisões a serem tomadas.
Outro ponto a ser considerado é o ideal de justiça e governança eficaz, que também contribui para que o desenvolvimento seja alcançado: transformar esses dois fatores para que eles realmente abranjam a humanidade em termos de participação e justiça social. Falo de uma aplicação efetiva da justiça e da governança, onde haja a distribuição equitativa dos recursos da comunidade, a elevação social das pessoas e grupos historicamente excluídos dos benefícios e oportunidades oferecidos pela sociedade e transparência naquilo que é feito em prol da comunidade.
Esta é a união entre ciência e religião que procuramos estabelecer com este projeto. Um ciência capaz de trazer benefícios a todos e uma religião capaz de melhorar interiormente cada indivíduo, para que isso possa ser refletido no plano exterior.
Um grande abraço cordial,
Lorayne Oliveira
Assistente do Projeto Ciência, Religião e Desenvolvimento
maio 18th, 2009 at 05:48
A Ciência dos medicamentos e sua parceira A Guerra.
Alguém poderia questionar esta minha frase, mas é uma realidade assim comoo o universo está em expansão. A máfia científica vem produzindo vírus de forma a dar nomes e surgimentos destes de forma inesplicáveis. Os vírus ca ciência está desenvolvendo a industrias de medicamentos e tornando a humnidade refen de medicamentos para quase tudo em sua vida. A cada realidade nova surge um vírus novo, uma pandemia está sendo anunciada de vez em quando, não chegou ainda, mais já vem sendo trabalhanda para que sua forma de acontecer seja natural. Vão criar um vírus e ai daram um nome sujestivo, criativo para que a humnidade fique atormentada com ele. Uma nova forma de cura vai demorar assim como o cancêr que a ciência ainda tem seus eternos problemas para curar, a aids que aumentou muito o crescimento, com isso a industria dos medicamentos cresce desenvolvendo seu poder diante da miséria humana.
As guerras são produzidas para vender armas, bombas, ataduras, pomadas, morfina, antibióticos e uma série de outros produtos que vão no pacote de suas formas. Esta é a relidade que a ciência vive, em outros termos, a ciência virou uma máfia utilizada para compor o discurso mentiroso , ímpio e injusto com o planeta , com a humanidade.
Qual seria a ciência que poderia resolver a desumanidade criada pela ciência moderna?
Será que sou um pessimista? Um Marques de Sade que devem retirar de mim a pena, o papel, o pc para não escrever? Ou estou errado totalmente errado?
Tavez tenho que limitar minhas palavras pela ciência e acreditar que ela está em busca de um veradeira solução para um qualidade de vida adequada para seres humanos. Eu sou vítima de medicamentos que tenho que tomar todos os dias , todos os anos até a morte. Será que a ciência não conseguiria criar um medicamento para curar a pressão alta, este mal que milhões sofrem?
Todo mes tenho que desenbolsar 79 reais só com o medicamento que melhora minha pressão no dia que tomo, creio ser absurdo Cientístas não descobrir a cura para apressão alta, ou tentar diminuir os medicamentos.
Isso é um desabafo de um hipertenso, quando pensei nesta industria que usa a ciencia para seu crescimento fiananceiro.
Estamos vivendo uma diversidade de guerras algumas invisíveis.
Um abraço
outubro 9th, 2009 at 18:10
Ciência e Religião:
A religião não deve querer execer ou explicar questões científicas. Em se se tratando de cristianismo, devemos lembrar-nos de que a bíblia não é um livro científico. E, quanto a ciência, é necessário que se diga que o cientista não é teólogo. Portanto, ambas devem se respeitar, e cada uma deve caminhar por suas veredas.
Para mim pouco importa se o mundo se deu por criação ou por explosão. Se por uma ou por outra via, foi Deus quem fez tudo acontecer. A teoria da evolução só prova que Deus não está morto e nem estático.
Particularmente, p/ mim enquanto teólogo, é mais fácil crer n’algumas questões científicas. A bíblia em seu arcaísmo, está fora da sintonia com a realidade.
Teillard de Chardin pagou alto prêço, assim como Galileu Galilei. Graças a Deus, eu posso falar sem ser excomungado e/ou queimado. O máximo que pode me acontecer, é me rotularem de herege ou de “endemoniahado”.
julho 13th, 2010 at 16:04
Amigos,
Com todo respeito, mas tenho séria dificuldade de entender que ciência e religião possam ter perspectivas conciliáveis.
Peço, humildemente, que alguém explane sobre o assunto.
Tenho um dúvida : criacionismo e evolucionismo seriam teorias que poderiam conviver ?
Por outro lado ( mania de quem estuda economia e comportamento em massa … ), sendo a religião a constante busca de aperfeiçoamento, seria a ciência uma ferramenta para quem deseja trilhar o caminho da excelência ?
Namastê
Júlio França